Na última quarta-feira, 2 de setembro, a Value Transporte & Logística participou de um momento relevante para a logística de Pernambuco: o início das operações da Aliança Navegação e Logística na APM Terminals Suape, durante a primeira escala comercial da linha ALCT 2 no novo terminal de contêineres.
A operação representa um novo capítulo para a infraestrutura portuária de Pernambuco e amplia as possibilidades de conexão entre o Nordeste e importantes mercados consumidores e produtores do país. Para a Value, que já possui atuação consolidada na cabotagem, a participação nesse início de operação reforça sua presença em um dos principais corredores logísticos do Brasil e sua capacidade de integração às diferentes etapas da cadeia de suprimentos.
A linha ALCT 2 estabelece uma conexão regular entre portos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, com escala em Suape (PE) dentro de uma rota que contempla importantes polos portuários brasileiros. Nesse contexto, Pernambuco ocupa uma posição estratégica, funcionando como um ponto de conexão entre diferentes mercados e contribuindo para ampliar a eficiência da distribuição nacional de cargas.
Suape em uma rota estratégica para o Brasil
A expansão da cabotagem no Nordeste acompanha o crescimento da relevância da região nas cadeias nacionais de abastecimento. Atualmente, 49% das cargas transportadas por cabotagem com destino ao Nordeste têm origem nos portos da região Sul, evidenciando a importância desse corredor marítimo para o atendimento à demanda regional.
Entre as cargas que chegam ao Nordeste por cabotagem, destacam-se cereais, sementes e grãos, plásticos, papel e celulose, além de diferentes insumos utilizados pela indústria e pelo mercado consumidor.
Os portos catarinenses de Itapoá, Itajaí, Imbituba e Navegantes, por exemplo, respondem juntos por aproximadamente 20% das cargas destinadas a Suape. Parte das cargas originadas nesses mesmos portos também segue para o Porto do Pecém, no Ceará, ampliando a integração entre os principais polos econômicos do Nordeste.
No sentido inverso, o fluxo também evidencia a importância produtiva da região. Sal, cimento e plástico representam 45% das cargas que deixam o Nordeste por cabotagem com destino a outros estados brasileiros, demonstrando que a região não apenas recebe produtos, mas também desempenha papel relevante no abastecimento de diferentes mercados nacionais.
Tecnologia e eficiência operacional
A chegada da Aliança ao terminal da APM Terminals Suape acontece em um ambiente marcado por tecnologia e inovação. O empreendimento é reconhecido como o primeiro terminal de contêineres 100% eletrificado da América Latina, incorporando soluções tecnológicas voltadas à eficiência e à sustentabilidade das operações portuárias.
Localizado em uma posição estratégica no Complexo Industrial Portuário de Suape, o terminal amplia a infraestrutura disponível para o atendimento às cadeias de importação, exportação e cabotagem, fortalecendo Pernambuco como um importante hub logístico para o Nordeste.
Esse cenário está diretamente conectado à visão da Value sobre logística: operações eficientes dependem da integração entre infraestrutura, tecnologia, transporte, armazenagem, gestão e informação.
A participação na primeira escala comercial da ALCT 2 no novo terminal demonstra justamente essa capacidade de integração. A operação conecta diferentes elos da cadeia logística e exige planejamento, coordenação operacional e acompanhamento preciso para que as cargas avancem com segurança e eficiência entre os diferentes pontos da rota.

Uma nova etapa para a logística de Pernambuco
A presença da Value nesse início de operação reforça a importância de acompanhar a evolução da infraestrutura logística e das novas alternativas de conexão disponíveis para o mercado.
Com sua estrutura em Suape, a empresa está inserida em uma localização estratégica para atender operações relacionadas ao complexo portuário e às cadeias industriais e comerciais que utilizam Pernambuco como ponto de entrada, saída e distribuição.
A primeira escala comercial da ALCT 2 na APM Terminals Suape representa, portanto, mais do que o início de uma nova operação portuária. É parte de um movimento de fortalecimento da infraestrutura logística do Nordeste e de ampliação das conexões entre diferentes regiões brasileiras.
Para a Value, participar desse momento significa estar presente em uma transformação que exige integração operacional, capacidade técnica e visão estratégica de toda a cadeia logística.

